Iguaba, uma parte à parte.
Que história contaremos um dia? Quem contará essa história?
A grandeza perturbadora de Iguaba, reserva um mundo paralelo e bizarro
e é nele que vivemos. Uma cidade a parte, FM “caixa de som”, jornais “higiênicos”,
academias de artes, ciências e letras; iletradas, ligas desligadas, politicóides e politiqueiros mergulhados em homenagens a miséria e ao mau gosto. Obras que desafiam a física e a paciência, festas em comemoração a desordem, motoqueiros alcoolizados sem capacetes e motocicletas sem placas, cavaleiros embreagados em suas montarias esquálidas que espalham estrume nas ruas esburacadas, nos deixando a opção de torcer ou sujar os pés neste mundo de “OZ”.
Um lugar que é notícia quando é piada, e sorri com sua boca banguela, quando a piada é notícia, mesmo que a piada seja ela. Não é difícil encontrá-la, temos referências: O acesso na Rod. A. Peixoto, com as ruinas de um clube em seu coração, e pela Via Lagos, com o lixão como cartão de visita. O uso de mapas não é recomendado, pois nem todos eles mostram o caminho a “Shangrilá”. O bom de tudo isso, é que estamos subordinados a lei do progresso, e espero ansioso um dia ver esse quadro caótico em desenhos rupestres, uma derradeira marca deixada por essa antiga “civilização”.
A grandeza perturbadora de Iguaba, reserva um mundo paralelo e bizarro
e é nele que vivemos. Uma cidade a parte, FM “caixa de som”, jornais “higiênicos”,
academias de artes, ciências e letras; iletradas, ligas desligadas, politicóides e politiqueiros mergulhados em homenagens a miséria e ao mau gosto. Obras que desafiam a física e a paciência, festas em comemoração a desordem, motoqueiros alcoolizados sem capacetes e motocicletas sem placas, cavaleiros embreagados em suas montarias esquálidas que espalham estrume nas ruas esburacadas, nos deixando a opção de torcer ou sujar os pés neste mundo de “OZ”.
Um lugar que é notícia quando é piada, e sorri com sua boca banguela, quando a piada é notícia, mesmo que a piada seja ela. Não é difícil encontrá-la, temos referências: O acesso na Rod. A. Peixoto, com as ruinas de um clube em seu coração, e pela Via Lagos, com o lixão como cartão de visita. O uso de mapas não é recomendado, pois nem todos eles mostram o caminho a “Shangrilá”. O bom de tudo isso, é que estamos subordinados a lei do progresso, e espero ansioso um dia ver esse quadro caótico em desenhos rupestres, uma derradeira marca deixada por essa antiga “civilização”.
Olá meu amigo Autimério Penna! Quantas saudades! Parabéns pelo blog, já estou te seguindo e sou sua fã. Bjs no seu coração.
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